MAPAS DA GUANABARA NO SÉCULO XVI
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"Ilha de Villegagnon" em MENDONÇA, Paulo Knaus de. O Rio de Janeiro da Pacificação – Franceses e Portugueses na disputa Colonial.
Rio de Janeiro, Coleção Biblioteca Carioca, volume 18, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1991, pág. 69. Gravura anônima baseada em desenho de André Thevet – 1556.
"Nas extremidades da Ilha existem dois morros nos quais Villegagnon mandou construir duas casinhas, edificando a sua, em que residiu, no centro da Ilha em uma pedra de 50 a 60 pés der altura. De ambos os lados desse rochedo, aplainamos e preparamos pequenos espaços onde construíram não só a sala, onde nos reuníamos para a prédica e a refeição mas ainda vários outros abrigos em que se acomodavam cerca de 80 pessoas, inclusive a comitiva de Villegagnon. Entretanto, a não ser a casa situada no rochedo, construída com madeiramento, e alguns baluartes para artilharia, revestidas de alvenaria, o resto não passava de casebres de pau tosco e palha construídos à moda dos selvagens, que de fato os fizeram."(1) ![]() |
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"La France Antarctique autrement Le Rio de Janeiro Tirée des Vouages que Villegagnon e Jean de Léry ont fait au Brésil, les Années 1557-1558".
Planta da Baía de Guanabara de André Thevet em LÉRY, Jean de. Viagem à Terra do Brasil. Coleção General Benício, no 5, Rio de Janeiro, Biblioteca do Exército Editora, 1961, pág. 81. Copiado do Atlas da Evolução
Urbana da Cidade do Rio de Janeiro, Ensaio, 1565-1965, de Eduardo Canabrava Barreiros, publicado pelo IHGB, Ano do IV Centenário do Rio de Janeiro, 1965.![]() |
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"Isle e Fort des François", planta panorâmica mostrando cena do ataque português de 1560 ao Forte Coligny, reproduzida na Cosmographie Universelle
d’André Thevet Cosmographe du Roy – 2 tomes. Reproduzido do original da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, Divisão de Obras Raras reproduzido em MELLO, Carl Egberto H. Vieira de. O Rio de Janeiro no Brasil Quinhentista,
São Paulo, Editora Giordano, 1996, pág 78.![]() |
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