D. JOÃO VI NO RIO

COMEMORAÇÃO DOS 200 ANOS DA CHEGADA DE D. JOÃO AO RIO DE JANEIRO



Comemorações do Bicentenário da Chegada de D. João

No ano de 2008 foi comemorado o Bicentenário da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, a cidade do Rio de Janeiro escolhida por D. João para ser a capital da Corte, passou por uma imensa transformação com sua chegada, tendo sido a principal beneficiada pelos inquestionáveis benefícios materiais e culturais implantados no Brasil por D. João. Em virtude disto esta data não poderia deixar de ser devidamente lembrada e a cidade se preparou para comemorar condignamente e prestar a D. João as homenagens que lhe são devidas por tudo que ele fez pela cidade e acima de tudo por ter desejado sinceramente viver nela.

A Prefeitura da Cidade e o Governo do Estado se prepararam e o Rio de Janeiro teve um ano de grandes acontecimentos no qual não só a cidade, mas todas as instituições criadas por D. João puderam comemorar festivamente seus 200 anos.


A agenda de comemorações foi muito extensa, esta página tenta chamar a atenção para algumas delas e de forma particular para a esplêndida exposição: Um Novo Mundo um Novo Império - A Corte Portuguesa no Brasil - 1808 / 2008, realizada no Museu Histórico Nacional, ele mesmo uma instituição criada por D. João como Museu Real e hoje um dos orgulhos do Rio de Janeiro por ser um dos mais importantes museus do país, localizado em um prédio que é uma das relíquias da cidade, encontra-se totalmente restaurado e guarda um dos mais importantes acervos da História do Brasil.


Calendário dos eventos de comemoração da data.

Dois logotipos utilizados nas comemorações.

Até no Carnaval, em fevereiro de 2008, quatro Escolas de Samba do Grupo Especial fizeram seus enredos homenageando D. João e a vinda da Família Real para o Brasil:

  • Mocidade Independente de Padre Miguel – "O 5o Império: de Portugal ao Brasil, uma Utopia na História";

  • São Clemente - "O Clemente João VI no Rio: A Redescoberta do Brasil";

  • Salgueiro – "O Rio de Janeiro continua sendo...";

  • Imperatriz Leopoldinense - " João e Marias";




As duas primeiras mostram o desfile da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel e a
última da Escola de Samba São Clemente. As fotos foram copiadas do site http://liesa.globo.com/ da Liga
Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.

O dia 8 de março que marcou o início das festividades foi solenemente comemorado com a presença de autoridades municipais, estaduais e federais e do Primeiro Ministro de Portugal: Anibal Cavaco Silva, que em um de seus discursos lembrou a importância desta data para os dois países:

"Para Portugal porque foi um contributo decisivo para que mantivesse a sua independência. Para o Brasil, porque permitiu manter a unidade territorial, porque trouxe as estruturas do Estado que depois facilitaram a independência, passados 14 anos"

A data ficou imortalizada pelo lançamento do Selo comemorativo e de Peças Filatélicas: "200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil".

O se-tenant é composto de dois selos, onde o da esquerda apresenta D. João em primeiro plano tendo ao fundo ícones das duas cidades brasileiras em que D. João desembarcou: Salvador e Rio de Janeiro; e o da direita representa a saída de D. João de Portugal. A figura de um navio comum aos dois selos simboliza a partida e a chegada da Corte. Em sua confecção foi usada técnica de fotografia, desenho e computação gráfica. A Quadra é composta de dois se-tenant e o carimbo comemorativo e a Mala Filatélica é composta dos carimbos de Lisboa, Salvador e Rio de Janeiro e do se-tenant.


Durante as comemorações do Bicentenário da chegada de D. João foram lançados pela Empresa de Correios e Telégrafos 14 selos comemorativos da chegada e de diversas instituições criadas por D. João. Os selos aqui colocados foram copiados dos sites: http://fototeca.rio.rj.gov.br/pub/fototeca.cfm?idioma=por&sq_fototeca=38 e http://www.selosfilatelia.com/PastaLancamentos/001.html.


Selo Comemorativo dos 200 anos do
Banco do Brasil.



Selo Comemorativo dos 200 anos de
Comércio Exterior.



Selo Comemorativo dos 200 anos da
Abertura dos Portos às Nações
Amigas.


Foi reinaugurada solenemente a Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé que reabriu suas portas depois de 17 meses de um minucioso trabalho de restauração, que deu a ela novamente o seu antigo esplendor. Nela foi rezada uma Missa Solene com a participação da Orquestra Sinfônica Brasileira da Cidade do Rio de Janeiro sob a regência do Maestro Roberto Minczuk que executou a "Missa de Nossa Senhora da Conceição" de autoria do Padre José Maurício Nunes Garcia.

O trabalho de restauração foi realizado pela Prefeitura da cidade em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - PHAN e a Mitra Arquidiocesana e permitiu que um dos mais importantes monumentos religiosos da cidade pudesse ser um dos pontos altos das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, ele que foi a Capela Real da época de D. João no Brasil e palco de grandes acontecimentos da época do Império.

A Igreja depois da reinauguração tem sido visitada pelo público para apreciar sua magnífica decoração, apreciar um espetáculo de som e luz que conta a História da Igreja e assistir a diversas apresentações musicais que fazem parte do Programa: Músicas nas Igrejas, além de poder fazer uma visita guiada às suas instalações conhecendo inclusive o seu sítio arqueológico.

Esta restauração foi de fato um grande presente aos moradores da cidade e aos turistas que visitam o Rio, porque permite que todos possam conhecer este importante e imponente marco de nossa História.

Em Agosto de 2008 foi lançado o livro: "Memórias do Restauro da Antiga Sé" pela Fundação Roberto Marinho com recursos da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

A cidade também pode ver restaurado o Monumento Comemorativo da Abertura dos Portos às Nações Amigas, construído em 1908 para as comemorações dos 100 anos deste acontecimento, no Bairro da Glória na amurada em frente ao Hotel Glória.

No dia 9 de março um cortejo na Avenida Atlântica simbolizou a chegada da Família Real, com carros alegóricos e desfile da Corte, contando com a presença da Banda do Corpo de Fuzileiros Navais e um imenso público que prestigiou o evento. A carruagem que transportava o Príncipe Regente foi criação do carnavalesco Milton Cunha. A foto foi copiada do site da Prefeitura: http://www.rio.rj.gov.br/culturas/djoao.
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Um Novo Mundo um Novo Império - A Corte Portuguesa no Brasil - 1808 / 2008





Grande mapa animado mostrando o caminho percorrido pelo
exército de Napoleão na invasão da Península Ibérica.


Quadro mostrando a Chegada de D. João a Salvador - óleo
sobre tela de Cândido Portinari de 1972 da Coleção
do Banco BBM S/A.


Retrato de D. João VI em óleo sobre tela de Jean
Baptista Debret de 1816.


Retrato de D. Maria I, em óleo sobre tela de José
Eduardo de Carvalho, do Século XIX.


A primeira imagem mostra os Retratos das seis filhas de D. João
e D. Carlota: D. Maria Isabel Francisca, D. Maria da Assunção;
D. Ana de Jesus; D. Maria Teresa; D. Maria Francisca de Assis
e D. Isabel Maria, nem todos pertencem ao acervo do MHN.
A segunda e uma reprodução de retrato de D. João VI ao lado
do Trono que ficava no Senado. Havia tronos nos Palácios,
no Senado e no Supremo Tribunal de Justiça, era o símbolo
da autoridade do Monarca.





Mostra na exposição de diversos objetos trazidos pela
Família Real para o Brasil.



Exposição de louças e mobiliários pertencentes à Família Real.




Busto de D. João VI, obra de Rodolfo Bernardelli em gesso, Século XIX. Neste local estavam expostos diversos objetos
pertencentes a D. João, incluindo uma bússola de Pedro Freire Branco de 1786 e a Esfera Armilar em cobre, antigo instrumento
de astronomia, representando o conjunto da esfera celeste e o movimento dos astros, composto de um globo central - a Terra e
vários anéis concêntricos chamados armilas - os corpos celestes. Era usada com instrumento de navegação até a invenção da
bússola. O Rei D. Manuel (1495-1521) a adotou como seu emblema pessoal simbolizando o domínio de Portugal sobre os mares
no período dos descobrimentos. D. João VI quando criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves usou a Esfera Armilar
sustentando o Brasão Imperial, encimado pela Coroa Real. O símbolo tornou-se conhecido e figura nas armas do Brasil Império.
Este emblema sem a coroa é hoje o brasão republicano de Portugal. Uma Esfera Armilar pode ser encontrada no centro do
Rio de Janeiro, na Praça Quinze de Novembro encimando o Chafariz da Pirâmide, importante obra de Mestre Valentim.



Brasão Imperial.



Coroa Imperial, prata dourada cinzelada, pertencente ao
Museu Imperial de Petrópolis, réplica do coroa de ouro
de D. João VI.



Dois importantes manuscristos. O primeiro é um conjunto de três documentos que mostram a trajetória do Ato de Abertura dos
Portos às Nações Amigas: o de 27 de janeiro de 1808 assinado pelo Conde da Ponte; o Decreto de Abertura dos Porots às
Nações Amigas
, assinado por João e o Registro de Abertura dos Portos que outorga validade ao ato, com data de 29 de janeiro
de 1808. O segundo a Missa Festiva de autoria de Marcos Portugal de 1810. Ambos pertencentes ao Museu.




A primeira foto mostra o leque comemorativo da chegada da Família Real em papel, marfim e prata, de 1808 da Coleção do Museu
Mariano Procópio de Juiz de Fora. A segunda mostra um Relêvo Alegórico feito de alabastro por ocasião da chegada de D. João,
pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional, o Novo Mundo é representado por uma índia curvando-se perante D. João
e oferecendo as riquezas da Terra. Após 1815 com a elevação do Brasil a Reino outra alegoria mostrava a índia de coroa e manto.



Retrato de D. Pedro I tendo ao fundo a Quinta
da Boa Vista e em sua mão a 1a Constituição
Brasileira, óleo sobre tela de Manuel de
Araújo Porto Alegre de 1826.


Retrato de D.Pedro II, óleo sobre tela de Delfim
Câmara de 1875.




A primeira imagem mostra a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro em 7 de março de 1808, óleo sobre tela de Geoff Haunt,
reproduz de forma fidedigna a chegada de D. João, embora tenha sido pintado em 1999. Esta obra é de uma coleção particular e foi
amplamente utilizada em todas as exposições sobre a Chegada de D. João ao Brasil, mostra a Nau Príncipe Real onde viajava
D.João acabando de fundear e as Naus Afonso de Albuquerque e Medusa além da fragata Urânia quje escoltou D. João durante
toda a viagem. A segunda mostra um quadro que reproduz a Sessão do Conselho de Ministros que decidiu a Independência em
2 de setembro de 1822, óleo sobre tela de Georgia de Albuquerque pintado em 1922 nas comemorações dos 100 Anos da
Independência do Brasil, tomando como base as informações do Conselheiro Antonio Menezes Drumond. Este fato motivou
a Princesa Leopoldina a escrever a seu marido a carta que foi lida às margens do Riacho do Ipiranga e inspirou D. Pedro a
romper os laços com as Cortes de Lisboa, proclamando a Independência do Brasil.



Quadro que mostra Os Primeiros Sons do Hino da
Independência
, óleo sobre tela de Augusto Bracet, pintado
em 1922 motivado pelas comemorações do Centenário da
Independência, D. Pedro executa no cravo a composição de
Evaristo da Veiga retratado ao seu lado.



Quadro que reproduz o Juramento Constitucional da
Princesa Isabel
, feito no Senado do Império ao completar
quatorze anos em 29 de junho de 1860. Obra de Francisco
Tirone de 1861/1862.




A primeira imagem mostra um Retrato da Família Imperial,
óleo sobre tela de autor não identificado do Século XIX.
Mostra o Imperador D. Pedro II, a Imperatriz D. Teresa
Cristina sentada, ao lado de D. Pedro, seu neto Pedro
Augusto, filho do Duque de Saxe e a Princesa Leopoldina,
à esquerda o Conde D'Eu e a Princesa Isabel e embaixo os
três filhos do casal. Esta foi uma das últimas imagens
da Família do Imperador. A segunda mostra Insígnia de
Grão Cruz e Comendador, placa em ouro e esmalte.


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Exposições Comemotivas dos 200 Anos da Chegada de D. João ao Rio de Janeiro

Diversas exposições foram montadas em homenagem a D. João e a sua chegada ao Brasil, entre elas podemos destacar:

- "Lusa – A Matriz Portuguesa" - no Centro Cultural Banco do Brasil de outubro de 2007 a maio de 2008;


Painel da Exposição em frente ao prédio
do Centro Cultural Banco do Brasil
e uma peça da exposição.



- "Mulheres Reais – Modas e Modos no Rio de D. João" - na Casa França-Brasil entre 28 de maio e 6 de julho;

- "Exposição de Debret" - na Casa França-Brasil entre março e maio de 2008;

- "Rio, 1908: A Cidade dos Portos Abertos" - Arquivo Nacional dão Rio de Janeiro entre outubro de 2007 e janeiro de 2008;

- "Naturalistas: Descobrindo o Brasil no Século XIX" - Arquivo Nacional do Rio e Janeiro entre janeiro e fevereiro de 2008;

- ""Rio de Janeiro – Capital de Portugal" – Arte SESC no Flamengo entre 5 de março e 5 de maio;



- "Rugendas – Um Olhar Inaugural" - exposição de litografias originais no Centro Cultural da Justiça Federal;



- "Nicolas – Antoine Taunay no Brasil – uma Leitura dos Trópicos" – Museu Nacional de Belas Artes entre 6 de maio e 6 de julho;


- "Genealogia e Heráldica: Fontes Documentais da Torre do Tombo para a História do Brasil" - Arquivo Nacional do Rio de Janeiro entre março e maio de 2008;

- "Joiás Reais" - na Casa do Trem do Museu Histórico Nacional entre março e maio de 2008;

- "Conde de Linhares: Vida e Obra no Brasil" – no Forte de Copacabana;

- "Real Fábrica de Canos e Espingardas, um Acervo de Armamento Histórico" - Fortaleza da Conceição;

- "Lisboa e Rio – Paradigmas de Cidades Atlânticas" - no Espaço Cultural Eliseu Visconti da Biblioteca Nacional. Esta exposição foi realizada em novembro de 2007 em Lisboa e e em março de 2008 no Rio, foi organizada pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, com o apoio da Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro;

- "Imagens Oitocentistas do Rio de Janeiro" - no Museu Histórico da Cidade promovido pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro;

- "200 Anos do Arsenal Real Militar" – acompanhado de ciclo de palestras e formatura militar no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro no Caju;

- "Do Gabinete de Curiosidades ao Museu Real" – no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista em junho;

- "Circuito Histórico do Paço de São Cristóvão" - exposição permanente aberta no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista em agosto;

- "D. João – Príncipe Português, Rei Carioca" no Barra Shopping, onde se realizou também um agenda gastronômica, de moda, de música e de atividades para crianças;

- "Coisas do João" - no Museu da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro acompanhado da Palestra: "A Construção Administrativa da Corte no Brasil que originou a Criação da Guarda Real de Polícia no Rio de Janeiro em 1809";

- "Encontro de Colecionadores – Castro Maya e Oscar Americano nas Comemorações dos 200 Anos da Chegada da Corte" no Museu da Chácara do Céu da Fundação Castro Maya em agosto;

- "Projeto D. João VI" - Biblioteca Municipal Joaquim Manoel de Macedo em Paquetá;

- " Barão de Mauá - O Empreendedor" - no Centro Cultural Banco do Brasil de 15 de julho a 10 de agosto,

- "Von Martius. A Viagem de um Naturalista" - na Casa de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em setembro;

- Foi inaugurado o Museu do Meio Ambiente no Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- Salão de Artes: "200 Anos de D. João VI e a Corte Portuguesa no Brasil" – organizado pela Sociedade Brasileira de Belas Artes em parceria com o Exército Brasileiro;


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Livros Editados durante as Comemorações

A Livraria da Travessa em conjunto com a Casa de Palavra e a Companhia das Letras, entre 14 e 18 de abril, fez o lançamento de diversos livros sobre a época de D. João, muitas delas associadas a palestras e debates:

- "A Viagem da Família Real para o Brasil" de autoria de Thomas O’Neil com prefácio de Lilia Moritz Schwarcz;

- "Cartas Inéditas de D. Carlota Joaquina" organizado por Francisca Nogueira de Azevedo acompanhado do debate sobre "Os Personagens da Corte" dirigido pelo Embaixador Alberto da Costa e Silva, Coordenador da Comissão dos 200 Anos da Prefeitura do Rio de Janeiro e Francisco Azevedo autor do livro;

- "A Música no Rio e Janeiro dos Tempos de D.João VI" de autoria de Vasco Mariz;

- "O Jardim de D. João" de Rosa Nepomuceno acompanhado da palestra "O Jardim Botânico e os Naturalistas" de Rosa Nepomuceno e Ana Rosa de Oliveira;

- "Comerciantes Portugueses no Rio de Janeiro" de autoria de Isabel Lustosa, Theo Lobarinhas Pinheiro e Jacqueline Ribeiro Cabral;

- "D. João Carioca. A Corte Portuguesa chega ao Brasil" com histórias em quadrinho de Lilian Moritz Schwarcz e Spacaa;

- "Jardim Botânico do Rio de Janeiro – 1808-2008" no Jardim Botânico;

- "A Saúde Pública no Período Joanino" com prefácio de Moacyr Scliar;

- "A Transferência da Família Real para o Brasil" de autoria de Kenneth Light;

- "A Imagem Gravada – A Gravura no Rio de Janeiro entre 1808 e 1853" organizado por Renata Santos;

- "Imprensa, Textos e Circulação de Idéias no Rio de Janeiro Joanino" de autoria de Isabel Lustrosa sobre o início da Imprensa no Brasil;

- Lançamento do livro da Monografia vencedora do prêmio D. João VI oferecido pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro;

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Seminários, Debates, Congressos, Feiras e Outros Eventos das Comemorações

Entre outros acontecimentos dedicados às comemorações dos 200 anos podemos destacar:

- Seminário: "As Paisagens do Jardim Botânico no Século XIX" no Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- Seminário: "Jardim Botânico no Rio de Janeiro: 200 Anos de História" no Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- Seminário: "Natureza, História e Memória – 1808 a 2008" no Jardim Botânico do Rio de Janeiro patrocinado pelo Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico em conjunto com o Departamento de História da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro;

- Palestra: "Por uma História do Jardim Botânico do Rio de Janeiro" por Lúcia Paschoal Guimarães no Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- Palestra: "Um Jardim Botânico nos Trópicos" por Heloisa Gesteira no jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- O Papel de D. João VI na União de Portugal e Brasil – Reunião conjunta da Academia Brasileira de letras e da Academia Real das Ciências de Lisboa na Academia Brasileira de Letras;

- Ciclo de Conferências sobre D. João e a Família Real na Academia Brasileira de Letras;

- Seminário: "200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil e Abertura dos Portos e seus Reflexos na Arquitetura e no Espaço Brasileiro – Pré 200 Anos", promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro;

- Lançamento da Revista de História da Biblioteca Nacional em edição especial dedicada ao seu bicentenário;

- Lançamento da Revista Acervo do Arquivo Nacional com o tema: "A Corte Portuguesa no Brasil: 200 Anos";

- Congresso Internacional: "1808 – A Corte no Brasil" promovido pela Universidade Federal Fluminense;

- Palestra sobre "Duzentos anos de História das Gemas Brasileiras na Joalheria" por Rui Galopim de Carvalho no Museu Histórico Nacional;

- Seminário: "A Arte da Joalheria em Portugal" com oficinas e ações educativas com Lúcia Abdemar e Cristina Filipe no Museu Histórico Nacional;

- Feira Rio Expo Food de indústria de alimentos , no Rio Centro, com temática Joanina;

- Restauração da Estátua Equestre de D. João VI na Praça Quinze de Novembro, promovido pela Barcas S. A.;

- Inauguração da Feira Mercado Cultural na Rua do Mercado na Praça Quinze de Novembro, que se realizou no 2º sábado de cada mês durante o ano de 2008;

- Restauração da Ponte dos Jesuítas em Santa Cruz promovido pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro;

- Restauração do Convento de Santa Teresa promovido pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro;

- Restauração do Muro, do Entorno e do Prédio da Fábrica de Pólvora no Jardim Botânico do Rio de Janeiro;

- Término da recuperação da fachada principal do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, com apresentação cultural e espetáculo de luz e som em agosto;

- Solenidade Militar e Salva de Gala na Fortaleza de Santas Cruz em março;

- Lançamento do CD: Modinhs Cariocas e Réquiem e Te Deum do Padre José Maurício Nunes Garcia que integram a série "A Música na Corte de D. João VI";

- Lançamento do CD com Cópias Digitais dos Códices Joaninos do Arquivo Histórico do Exército;

- Cunhagem do Medalhão Comemorativo dos 200 Anos de Criação do Arquivo Histórico do Exército;

- Jornada Técnica da História do Exército Brasileiro: "200 Anos de Memória Preservada", no Forte de Copacabana;

- Projeto Música nas Igrejas com apresentações em diversas Igrejas da Cidade de Músicas da época de D. João destacando o repertório de Padre José Maurício Nunes Garcia e Marcos Portugal;

- Conclusão da Restauração do Palacete Princesa Isabel em Santa Cruz promovido pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e inauguração do mesmo no dia 15 de maio, dia do Aniversário de D. João, com um almoço oferecido pela Chef Flávia Quaresma;

- Seminário: "200 Anos do Ensino de Medicina no Brasil" no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro em maio;

- Sessão Solene da Academia Nacional de Medicina em comemoração aos 200 anos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro em junho;

- Palestras: "As Ordens Militares no Tempo de El-Rei D. João VI e O Sagrado e os Símbolos de Poder da Monarquia" no Museu Histórico Nacional;

 


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