| O Segundo Império - D. Pedro II 1840 a 1889 |
O Apogeu do Império 1850-1870 |
A Crise do Império 1870-1889 |
O Fim do Império e a Proclamação da República |
A Urbanização Acelerada do Rio de Janeiro |
A URBANIZAÇÃO ACELERADA DO RIO DE JANEIRO
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Se ao findar o século XVIII, já seria um equívoco pensar o Rio de Janeiro como uma vila colonial estagnada, que sofresse com a decadência da extração física do ouro, porque se estaria confundindo a crise fiscal portuguesa com a estagnação da Colônia, maior e mais grave equívoco seria atribuir ao café a dinâmica do Rio de Janeiro no século XIX. A relação correta é a contrária, o café surgiu no interior e teve prosperidade, financiado pelo capital mercantil do grande comércio do Rio de Janeiro. A cidade é que explicava o prodígio do café escravo. A decadência da mineração não enfraqueceu a relação do Rio de Janeiro com a região das Gerais. A quantidade de ouro extraída representou decadência para Portugal, mas a articulação do Rio de Janeiro como abastecedor das Gerais se manteve com o fornecimento de: escravos; tecidos; objetos de luxo; armamentos e metais. A faiscagem nas Gerais continuou ao longo do século XIX emitindo dinheiro e gerando poder de compra na região das Minas e o Rio de Janeiro era o ponto final da cadeia de ganhos mercantis do circuito, o ponto de concentração e acumulação de riqueza. O ouro era guardado como reserva de valor do grande comércio e funcionava como dinheiro dos grandes comerciantes, alavancando o progresso da primeira grande expansão cafeeira. Esta articulação possibilitou o desenvolvimento do Rio de Janeiro no século XIX. O comércio atacadista do Rio de Janeiro se abastecia em Minas e reexportava produtos agrícolas mineiros para toda a costa através da navegação de cabotagem. Para Portugal o Rio de Janeiro exportava diversos produtos coloniais e fornecia aos intermediários e comerciantes africanos: mercadorias européias e orientais, além da cachaça, fumo e açúcar. Praticava o contrabando com os mercadores franceses, ingleses e flamengos, de fumo e outros produtos em troca de tecidos e armamentos. O grande capital mercantil ligado ao tráfico escravista funcionava com extensas redes de operação comercial intercontinental e este singular circuito mercantil sediado no Rio de Janeiro tinha imenso potencial. A cidade possuía um rico patrimônio imobiliário que tinha tendência a se valorizar. O interesse imobiliário das ordens religiosas era importante na estrutura de propriedade do centro histórico do Rio de Janeiro. Em 1880 foi institucionalizada a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro movimentada pelo incipiente mercado de valores e pelos grupos de corretores, com o aprimoramento da Praça de Comércio já existente desde 1820. Para o pequeno poupador foi criado, em 1861, a Caixa Econômica, que se tornou a mais popular das instituições financeiras oficiais. A praça do Rio de Janeiro era o espaço que permitia a valorização das poupanças, que eram formadas em outras regiões do país. A partir da extinção do tráfico negreiro o desenvolvimento da cidade adquiriu novas formas: foram reestruturados o comércio exportador e importador; surgiu o banco comercial e ganhou porte o comércio atacadista. O sistema de transporte se desenvolveu com o navio a carvão para longas distâncias e a locomotiva que fez surgir a ferrovia. Nesta época despontou o Barão de Mauá na tentativa de organizar o capital financeiro, mas suas atitudes se chocaram com os interesses da cafeicultura e da penetração bancária inglesa do Brasil. A máquina a vapor rompeu qualquer limite para o crescimento demográfico da cidade. O Reverendo Walsh em 1828 conheceu uma cidade com 90 ruas, 20 praças, 16 travessas, 11 largos, 6 morros e 13 praias habitadas. Em 1860 ela já contava com 240 ruas, 47 praças, 42 travessas, 23 morros e 30 praias habitadas.(1) Este crescimento urbano acelerou a construção do solo. Em 1857 o Barão de Mauá, consolidou a ocupação da Cidade Nova, com o aterro dos pantanais de São Diogo até a Ponte dos Marinheiros e organizou o Canal do Mangue. Foi a maior obra de saneamento do Rio de Janeiro no Império e foi inaugurada junto com a fábrica de gás da cidade que ficava próximo da Praça Onze e também pertencia ao Barão de Mauá. O Ministro do Império João Alfredo, planejou a integração do Mangue aos melhoramentos urbanos. O Morro do Senado foi desmontado entre 1880 e 1906 e no seu lugar surgiu a Praça da Cruz Vermelha. O Campo de Santana que surgiu de um aterro de lixo, a exemplo de muitas outras praças da cidade que surgiram de aterramentos e utilização de manguezais, foi finalizado no século XIX e embelezado com os jardins do paisagista Augusto Glazius, que também reformou o Passeio Público, em 1862 e a Quinta da Boa Vista em 1876. Outra praça a ser remodelada foi o Largo do Paço, em 1875. O café e antes dele os canaviais devastaram a Floresta da Tijuca e afetaram os mananciais da cidade. Entre 1861 e 1874, o Major Archer, primeiro administrador da Floresta da Tijuca, a partir do sítio Medosi, com um pequeno grupo de escravos, plantou 100 mil árvores na floresta. O reflorestamento continuou com Gastão d'Escragnole e foi aperfeiçoado pelo paisagista Augusto Glazius. Assim foi refeita a maior floresta urbana tropical do planeta. D. Pedro II voltou sua atenção para a Floresta com o objetivo de obter água para a cidade, com esta ação foi resgatada a bacia do Rio Carioca e de outros rios e foi evitado que secassem os mananciais dos Chafarizes da Carioca e das Marrecas. Surgiram na cidade importantes moradias particulares como: o Palácio do Itamarati, pertencente ao Conde de Itamarati, Francisco José da Rocha, rico fazendeiro do Vale do Paraíba e o prédio que foi adquirido, pelo Governo Imperial, de José Domingos Coelho para ser a residência da Princesa Isabel e do Conde D'Eu, que deu origem ao eclético Palácio Guanabara. Pode-se estimar que a cidade tivesse ao final do século XIX, trinta palacetes privados. O Império não exaltou o Rio nem pretendeu fazer da cidade o seu pedestal e não foi um construtor de palácios. A cidade possuía na época poucos edifícios públicos, dos quais se destacavam: O Hospício D. Pedro II, inaugurado em 1852, para internação de doentes mentais na Praia da Saudade, hoje Avenida Pasteur e a Casa da Moeda no Campo de Santana. Ainda na Praia da Saudade, em 1854, surgiu o Instituto dos Meninos Cegos, que em 1890 passou a ser o Instituto Benjamim Constant. O Instituto de Surdos-Mudos, fundado em 1856, foi em 1881, transferido para a Rua das Laranjeiras. D. Pedro foi patrono de ambos os Institutos. Ao longo do século foi construída a Igreja da Candelária, a maior das igrejas do Rio de Janeiro, que só foi terminada em 1898. O Romantismo pregava o resgate da natureza, valorizando o bucólico, desta forma despertou o interesse por passeios ao ar livre. As pessoas passaram a excursionar ao alto do Corcovado, tendo D. Pedro II como pioneiro, com o objetivo de conhecer a Mata Atlântica e descortinar a vista deslumbrante. Em 1884 foi construída uma pequena estrada de ferro, sem função econômica, mas que se tornou o embrião da Estrada de Ferro Corcovado, construída em 1910. O Rio de Janeiro como capital, praticou a tolerância religiosa, assim a cidade sediou diversas igrejas protestantes como: a Luterana em 1845;a Congregacional em 1858; a Presbiteriana em 1859; a Batista em 1882 e a Episcopal em 1890. Como pólo migratório, em 1890, o Rio de Janeiro possuía apenas 54% da população carioca, 24% eram imigrantes estrangeiros e 22% brasileiros de outras regiões. No total da população 57% era do sexo masculino.(2) De uma população de 522 mil habitantes, 106.461 eram de origem portuguesa, sendo 77.954 homens e 28.507 mulheres, assim havia no Rio de Janeiro cerca de 50.000 portugueses solteiros. Este fator pode explicar a mestiçagem da população, porque o casamento interétnico era uma regra, o mulato carioca é predominantemente descendente dos portugueses e afro-brasileiros do século XIX e início do XX.(3) A cidade chegou ao final do século XIX com mais dez freguesias urbanas, das quais quatro surgiram do desmembramento da área central e seis em áreas de expansão urbana e também ganhou as seguintes freguesias rurais: São Cristóvão; Engenho Novo; Gávea; Santa Cruz e Espírito Santo, além das nove já existentes em 1810. Em 1840 estudavam em escolas públicas na cidade 4.400 alunos sendo um terço de meninas e em escolas privadas 861 alunos. Em 1838, o Seminário São Joaquim se transformou no Colégio Pedro II e em 1852 foi instalado o Liceu de Artes e Ofícios. Em 1874 foi fundada a Escola Normal para incrementar o ensino primário público. A educação militar se expandiu na cidade, em 1859, com a Academia Militar que foi instalada na Praia Vermelha como parte da reestruturação do bairro e o Colégio Militar foi instalado na Tijuca, em 1888, na chácara que pertencia ao Barão de Mesquita, filho do Conde e depois Marquês de Bonfim. Durante todo o século XIX prosperou no Rio de Janeiro a mídia impressa, as livrarias e os alfarrábios e também os eventos culturais e acadêmicos. A cidade em 1873 ganhou uma Biblioteca Municipal, em 1848 teve início as aulas no Conservatório Nacional de Música que recebeu melhores instalações em 1863. Em 1870 for inaugurada a primeira galeria comercial de quadros, na Rua do Ouvidor. Os hospitais e as casas de saúde da cidade eram privados e estavam apoiados em instituições de beneficência e irmandades religiosas. Com o crescimento da população urbana aumentava também a preocupação com a higiene pública. Em 1849 a cidade sofreu uma epidemia de febre amarela, que teve conseqüências pelo dez anos seguintes. A Santa Casa da Misericórdia, fundada no século XVI foi modernizada entre 1840 e 1852 ganhando o prédio atual, nela em 1860 passou a funcionar o Instituto Vacínico, depois da grande epidemia de varíola, de 1859. A varíola era combatida por técnicas primárias de vacinação que aterrorizavam a população com o medo da transmissão da sífilis, como é descrito por Sidney Chalhoub.(4) Em 1859 foi inaugurada a Beneficiência Portuguesa de Santo Amaro, no Bairro da Glória. As ordens terceiras como a de Nossa Senhora do Carmo e São Francisco da Penitência desenvolviam atividades de proteção aos irmãos associados. Em 1870 foram inaugurados: o Hospital do Carmo e depois a Policlínica do Rio de Janeiro. Em 1888 teve início o tratamento preventivo contra a raiva animal. O vapor chegou ao Rio de Janeiro em 1843 e a partir de 1851 passou a existir uma ligação Liverpool-Rio de Janeiro-Buenos Aires, feita a cada 28 dias. Desde 1834, passou a existir uma ligação do Rio de Janeiro com Niterói que começou com três barcas a vapor e chegou a nove em 1852, sendo feita de início pela Companhia de Navegação Niterói dos ingleses Jones e Rainey, que depois passou a pertencer a Antonio Martins Lage, proprietário da Chácara dos Lage, atual Parque Lage, mas em 1862 a concessão passou para a Companhia de Barcas Ferry e a viagem passou a ser feita em ferry-boat a cada hora carregando 250 passageiros. Esta Companhia deu origem, em 1889, à Companhia Cantareira sob a direção do Visconde de Moraes. A ligação Rio de Janeiro-Niterói foi um dos eixos constitutivos da região metropolitana e fez com que Niterói passasse a prosperar com rapidez. Foi também utilizada a viagem a vapor na ligação do Cais Pharoux, no Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro a Botafogo, a partir de 1846, com cinco viagens diárias para atender às chácaras aristocráticas na região da Rua São Clemente. Ao final do século XIX, a Companhia Cantareira estabeleceu também a ligação com as Ilhas do Governador e de Paquetá. Com as estradas de ferro surgiram ao longo do seu caminho os subúrbios cariocas. Ao longo da Estrada de Ferro D. Pedro II foram surgindo entre 1861 e 1890: São Francisco Xavier, Cascadura, Todos os Santos, Riachuelo, Engenho de Dentro, Piedade, Sampaio-Derby-Rocha, Quintino, Mangueira-Encantado-Méier, Madureira. A Estrada de Ferro Leopoldina por sua vez fez surgir em seu trajeto: Bonsucesso, Ramos, Olaria, Penha, Braz de Pina, Cordovil, Parada de Lucas, Vigário Geral e finalmente chegou a Duque de Caxias, em 1886. A Estrada de Ferro Rio Douro foi inaugurada em 1883 fazendo surgir: Inhaúma, Engenho do Mato, Engenho da Rainha, Vicente de Carvalho, Irajá, Colégio e Pavuna. O ramal de Santa Cruz para a Fazenda Real deu origem aos bairros: Realengo, Campo Grande e Santa Cruz, em 1878. Os subúrbios que cresceram ao longo dos eixos ferroviários agregaram núcleos produtores de alimentos perecíveis para a cidade. As terras de Jacarepaguá e da Barra da Tijuca depois de esgotada as plantações de cana e de café serviram para a pequena agricultura hortifrutigranjeira. A primeira concessão de bondes sobre trilhos e tração animal foi dada a Thomas Cochrane, em 1856, ligando o Rocio, hoje Praça Tiradentes à Gamboa. Em 1868 foi organizada a Companhia Ferro Carril Jardim Botânico de bondes puxados a burro que operava nos bairros da Zona Sul chegando ao Jardim Botânico, em 1871. Tinha seu ponto terminal no Largo da Três Vendas, atual Praça Santos Dumont. Havia ainda a Carris Urbano que ligava o Centro, Porto, Praça da Bandeira e ia até o Bairro de Vila Isabel e a São Cristóvão ligando Caju, Catumbi e Tijuca. O bonde de tração animal foi importante para o abastecimento dos bairros. A evolução dos bondes foi muito grande mesmo antes da eletrificação. Em 1859, o bonde puxado a burro ligava a cidade ao Alto da Boa Vista e em 1875 já atingia a Freguesia e Taquara em Jacarepaguá. A eletrificação teve início em 1882 e o Rio de Janeiro foi a terceira cidade do mundo a implantá-la, em 1892. Em 1898 foi criada a Estrada de Ferro da Tijuca que ia até a Usina. Em 1887, foi criada no Rio de Janeiro a Companhia de Força e Luz com o objetivo de fornecer iluminação elétrica a alguns pontos da capital do Império. A energia era gerada por uma pequena central termelétrica instalada em um prédio do Largo de São Francisco. O bonde funcionou como um modificador de comportamento social e estimulou a circulação pela cidade e o uso dos espaços públicos que se converteram em lugar de diversão como: a Floresta da Tijuca, a Quinta da Boa Vista, as ilhas e as praias. O carioca era apaixonado pelo bonde. O transporte animal e a ausência de esgotos mantinham as ruas do centro imundas, mas ao longo da segunda metade do século XIX houve uma progressiva melhoria na infra-estrutura da cidade. A Companhia Gary, em 1875, passou a ser responsável pela coleta do lixo domiciliar e das vias públicas e à sua deposição da Ilha de Sapucaia. Em 1857, o inglês João Frederico Russel recebeu a concessão para a retirada do esgoto da cidade e em 1864, criou a empresa City Improvements Company. Até 1885 o serviço de esgoto já tinha chegado ao Centro, Gamboa, Glória, Vila Isabel, Tijuca, São Cristóvão e Botafogo. Entre 1854 e 1864 as ruas do Centro foram niveladas, pavimentadas e iluminadas. Em 1860 foi calçado o caminho para Botafogo. As comunicações também tiveram progresso no século XIX, em 1852, foi instalado em caráter experimental o telégrafo urbano. Em 1868 passou a operar a linha Rio de Janeiro-Rio Grande do Sul Western, que utilizava cabo submarino e interligava as principais cidades da costa brasileira. Em 1876, na Exposição de Filadélfia, D. Pedro II se encantou com o telefone de Graham Bell, que foi instalado no Rio de Janeiro no ano seguinte. Em 1856 foi criado o Corpo de Bombeiros e em 1864 foi instalado seu quartel-general no Campo de Santana. A partir de 1850 foram intensificados os loteamentos em São Cristóvão e também na região da Fábrica de Chitas, atual Praça Saens Pena, gerando a ocupação do Engenho Velho da Tijuca. O Andaraí e o Engenho Novo da Tijuca foram loteados no início da segunda metade do século. Em 1860 já estavam loteadas as regiões de: Riachuelo, Rio Comprido, Jardim Botânico e Botafogo onde foi inaugurado o Cemitério de São João Batista. Em 1870 já estavam organizados os bairros do Caju, Andaraí, Rio Comprido, Mariz e Barros, Laranjeiras e Botafogo. Vila Isabel foi loteada em 1872, pelo Barão de Drumond utilizando as suas terras da Fazenda dos Macacos e seu nome foi dado em homenagem à Princesa Isabel. Em 1888 para estimular a ocupação do bairro, foi criado o Jardim Zoológico que deu origem ao jogo do bicho a partir de 1890. Os loteamentos e a abertura de novos bairros acompanhavam as companhias carris, que funcionavam integradas com a estratégia do capital imobiliário. A partir de 1840 foi constituída a Sociedade Auxiliadora da Indústria e em 1849 a Junta de Comércio deu provisão de fábrica a cento e um estabelecimentos. Foram notáveis a atuação fabril e técnica do Arsenal da Marinha. Em 1865, foi lançado ao mar a navio Tamandaré, encouraçado a vapor construído nos estaleiros da cidade. Nas últimas décadas do século surgiram indústrias têxteis em grande escala, em geral instaladas próximas de água abundante. Em 1885 entrou em operação a Confiança Industrial, que em 1910 já seria a maior indústria têxtil do Brasil. À exceção do complexo industrial do Barão de Mauá, as demais indústrias da cidade não formaram cadeia industrial e não apresentaram a consistência de um processo de industrialização. No final do século o dinamismo do Rio de Janeiro mostrava os seus problemas urbanos, que nada mais eram do que uma amostra das insuficiências do país. Se por um lado a cidade foi a porta da civilização e do progresso, por outro transformou-se também no retrato do inferno social do país, sendo o pólo de concentração das misérias de uma sociedade escravagista. No entanto, em contraste com o país rural, o Rio de Janeiro acenava, mesmo sendo de forma reduzida, com alguma mobilidade vertical. |
(1) - LESSA, Carlos. Metrópoles - O Rio de todos os Brasis - Uma Reflexão em busca de auto-estima pág. 132.
(2) - LESSA, Carlos. Metrópoles - O Rio de todos os Brasis - Uma Reflexão em busca de auto-estima pág. 132.
(3) - LESSA, Carlos. Metrópoles - O Rio de todos os Brasis - Uma Reflexão em busca de auto-estima págs. 162-163.
(4) - CHALOUB, Sidney. Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial.
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