JARDIM BOTÂNICO

O JARDIM BOTÂNICO E SUAS RELÍQUIAS



O Cristo Redentor visto do Jardim Botânico



O Jardim Botânico é um local privilegiado para
se observar o Morro do Corcovado e a Estátua
do Cristo Redentor. Aqui são apresentadas
algumas destas vistas.






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O Chafariz das Marrecas

No século XVIII, a Rua das Bellas Noites, atual Rua das Marrecas, ligava o Passeio Público ao Chafariz das Marrecas, na atual Rua Evaristo da Veiga. Este Chafariz foi feito por Valentim de Fonseca e Silva, conhecido como Mestre Valentim e atualmente parte dele pode ser apreciado porque está reproduzido no Jardim Botânico.

Os originais da Ninfa Eco - ninfa da deusa Juno e do caçador Narciso, por quem a ninfa se apaixonou estão guardados no Jardim Botânico em local protegido do tempo. A estátua da ninfa foi a primeira escultura fundida no Brasil, datada de 1783, tem a particularidade de ter sido feita em chumbo. O Chafariz original possuia entre as duas estátuas, as esculturas de marrecas em bronze que deram nome ao Chafariz, duas delas encontram-se no Museu da Cidade, uma está em Recife e as outras desapareceram.



Reprodução do Chafariz das Marrecas de Mestre Valentim,
sem as marrecas, feita no Jardim Botânico.
Ao lado detalhe da Ninfa Eco.




Esculturas originais de Narciso e da Ninfa Eco, feitas por Mestre Valentim, que ornamentavam
o Chafariz das Marrecas e hoje podem ser vistas no Jardim Botânico.

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Pórtico da Antiga Academia Imperial de Artes e Ofícios

Encontra-se guardado no Jardim Botânico, ao final de sua Alameda de Palmeiras o pórtico da Antiga Academia Imperial de Artes e Ofícios, que foi a entrada do prédio onde funcionou a Escola, fundada por D. João VI. Este prédio estava localizado na atual Av. Passos. É de se destacar ter sido projetada, em 1816 em Estilo Néo-clássico, por Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny, arquiteto francês nascido em Paris em 1777 e que veio para o Rio de Janeiro em 1816, com a Missão Artística Francesa, trazida por iniciativa de D. João VI.

O pórtico foi colocado no Jardim Botânico, em 1938, pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, depois da demolição do prédio original.







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Real Fábrica de Pólvora

A Real Fábrica de Pólvora, que foi a primeira do Brasil e foi fundada por D. João em 15 de maio de 1808. Foi transferida para Vila Inhomirim em 1826, com o nome de Fábrica da Estrela. Hoje podemos ver apenas o Pórtico de Entrada onde existe o Brazão da Casa Real e os muros que restaram, dentro do parque.











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