GLÓRIA

IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA DO OUTEIRO



O conjunto arquitetônico do Outeiro da Glória, a 61 metros de altura, é uma das jóias do Barroco Brasileiro, sua construção começou em 1714, como pagamento de uma promessa, os devotos ampliaram e a dotaram a Igreja de ornamentos, como painéis de azulejo, de 1730, e os lampadários doados por D. Pedro II. Com isto, embora marcantemente Barroca a Igreja tem traços do Rococó e também Neo-clássicos, como as colunas coríntias.

A sensação de monumentalidade interior conferida pelas pilastras e molduras em cantaria é suavizada pelas barras azulejadas das paredes da nave e da capela-mor. Painéis azulejados também revestem a sacristia, os corredores laterais e o coro, substituindo a talha como decoração. As talhas existentes são obras tardias do final da século XVIII e início do XIX.

Com a chegada da Família Real a Igreja ganhou importância, porque lhe foi outorgado o título de "Igreja Imperial".

Até hoje, todo mês de agosto, no dia de Nossa Senhora da Glória, a Igreja e seus arredores se colorem para a festa e para a procissão que desce a ladeira e circula pelo Bairro, repetindo uma tradição de 260 anos, que em meados do século XIX chegou a ser a maior festa da cidade, durando vários dias, nos quais: enquanto a aristocracia seguia para requintados bailes, a plebe alegrava-se à noite nas serenatas.



Vista do Outeiro tirada da Praça do Russel.


Vista do Outeiro tirada de um passeio de
barco pela Baía de Guanabara.


Placa comemorativa da inauguração da Igreja.



Vista da muralha original, que cobre toda a parte
do morro que dá para o Largo da Glória.


Vistas da arquitetura exterior da Igreja











Plano inclinado que leva até o Outeiro.


Vistas do interior da Igreja, com o altar principal e um altar lateral.



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