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No século XVIII, o abastecimento da cidade passou a ser feito por meio da água que vinha do Rio Carioca, no Morro do Desterro, pelo primeiro Aqueduto da Cidade, que ia até o Morro de Santo Antonio. O Governador Gomes Freire de Andrade construiu no Morro, em terreno de sua propriedade, o Convento de Santa Teresa e o doou às freiras, suas protegidas. O projeto do Convento foi de José Fernando Pinto Alpoim. O Convento fez com que fosse mudado o nome do Morro que passou a chamar-se de Morro de Santa Teresa. Em 1896 os Arcos da Carioca passaram a ser viaduto e nele passou a trafegar o bondinho que fazia o trajeto Centro a Santa Teresa, hoje várias linhas de ônibus vão a Santa Teresa, mas o bondinho continua a funcionar, como um patrimônio que deve ser preservado. Santa Teresa sempre foi um local habitado por pessoas que queriam fugir do calor da cidade e de sua agitação. Hoje o Bairro abriga artistas e intelectuais e tem muitas lojas e galerias de arte e antiguidades além de ser local de freqüentes eventos culturais. No Bairro fica situado o Museu da Chácara do Céu, que pertence à Fundação Castro Maia e tem também o Parque das Ruínas, local de encontros e espetáculos. |
![]() Vista tirada da Lapa, tendo o Convento de Santa Teresa em segundo plano. |
![]() Convento de Santa Teresa. |
![]() Bondinho que atravessa os Arcos e que liga o centro a Santa Teresa. |
![]() Vista de uma das muitas ladeiras existentes no Bairro de Santa Teresa. |
![]() Vista geral de Santa Teresa. |
![]() Castelo Valentim, prédio de inspiração medieval que mostra a criatividade da arquitetura carioca. |
![]() Prédio da Rua Cândido Mendes. |
![]() Prédio da Rua Cândido Mendes. |
![]() Prédio da Rua Cândido Mendes. |
![]() Ladeira do Durão. |
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Ainda durante o Império, foi construído em Santa Teresa um |
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A casa que abriga o Museu da Chácara do Céu é conhecida desde 1876 como Chácara do Céu, foi uma das residências de Raymundo Ottoni de Castro Maya. A residência foi em parte herdada de seu pai e em parte adquirida por ele mesmo e em 1963 passou a abrigar uma Fundação para gerir seus bens. Em 1983, após sua morte, a fundação foi extinta e o espólio, reorganizado sob o nome de Museus Castro Maya que administrava também o Museu do Açude, localizado na Floresta da Tijuca. Hoje ambos são administrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. A construção atual, projetada em 1954 pelo arquiteto Wladimir Alves de Souza, chama a atenção pela modernidade das soluções arquitetônicas e pelos belos jardins que a rodeiam. Tem uma localização privilegiada pela belíssima vista que se descortina sobre a cidade e a Baía de Guanabara. O acervo do Museu possui obras de Arte Européia, com pinturas, desenhos e gravuras de Matisse, Modigliani, Degas, Seurat e Miró; Arte Brasileira, com predomínio na produção brasileira moderna, com nomes como Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Antonio Bandeira e Portinari concentrando o maior acervo público deste artista; Coleção Brasiliana, com mapas antigos, pinturas e outras ilustrações da paisagem e dos tipos humanos no Brasil do século XIX, muitas realizadas por artistas viajantes como Rugendas, Chamberlain e Taunay, sendo destaque os 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris, de quem foi o mais famoso colecionador. O Museu abiga também uma Biblioteca com cerca de oito mil volumes. |
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| Vistas do Largo do Guimarães, com a Estação do Trenzinho, prédios residenciais e comerciais e a Igreja Prebisteriana de São Paulo Apóstolo. |
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