SUAS TRANSVERSAIS II
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A Rua do Rosário recebeu
este nome em homenagem Na Rua do Rosário morou o Dr. José Francisco Sigaud, |
Vista da Rua do Rosário, tirada da Avenida |
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Prédio onde funcionava o Simpatia
tradicional restaurante Este prédio foi premiado no Concurso de Fachadas |
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A Igreja de Nossa Senhora da Conceição
e Boa Morte, Seu projeto foi de autoria do Brigadeiro José Fernandes Pinto |
![]() Detalhe da fachada da Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. |
![]() Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte, colada ao prédio onde funcionou o Restaurante Simpatia. |
![]() Portada de Mestre Valentim. |
| Interior da Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte | |
![]() Vista do altar-mor. |
![]() Detalhe do interior da Igreja, com seu altar de prata. |
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Em meados do século XVII, por volta de 1646, tendo a vala que escoava a água da Lagoa de Santo Antônio se tornado insuficiente, foi construído um conduto de pedra e cal, chamado "o cano" como derivação da vala, pela Câmara Municipal, quando a cidade era governada por Duarte Correia Vasqueanes. O cano seguia em linha reta até o Terreiro do Carmo, hoje Praça XV de Novembro, para escoar as águas em excesso. O traçado deu origem a uma via de trânsito que até meados do século XIX, se chamou Rua do Cano e em 1856 veio a chamar-se Rua Sete de Setembro. O cano inicialmente chegava até aos muros do Convento do Carmo, aí era desviado e passava por baixo do Convento e o caminho terminava na Rua do Carmo. Em 1853, foi demolida a Capela do Senhor dos Passos e os muros do Convento para que a rua pudesse seguir até o Largo do Paço. A partir do Governo de Gomes Freire de Andrada, o cano passou a ser utilizado para levar água do Chafariz da Carioca ao Chafariz do Largo do Paço. Só veio a perder seu aspecto de viela em 1902, na modernização da cidade realizada pelo Prefeito Pereira Passos. |
![]() Esquina da Rua Sete de Setembro com a Avenida Rio Branco, vendo-se ao fundo a alta torre da Igreja da Sé do Carmo, na Rua Primeiro de Março. |
![]() Esquina da Rua Sete de Setembro com a Avenida Rio Branco, do lado que vai para a Rua Uruguaiana. |
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A Confeitaria Colombo já foi um elegante endereço do Centro do Rio de Janeiro, oferecendo uma moldura para a vida intelectual mundana da cidade, com um extenso rol de clientes célebres. Hoje resta apenas o belo edifício erguido para a Patisserie Colombo, em 1894. O salão de chá no segundo andar foi construído em 1922, possue uma clarabóia visível do térreo através da abertura na laje, que aumenta o pé direto do térreo. Os grandes espelhos fabricados em Antuérpia têm molduras esculpidas em jacarandá e o espaço é complementado pelos móveis desenhados por Antônio Borsoi. |
![]() Fachada da Confeitaria Colombo. |
![]() Interior da Confeitaria, no andar térreo. |
![]() Vista do teto da Confeitaria, com sua imensa clarabóia. |
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A Rua da Assembléia até 1711, chamou-se Rua de São Francisco e Rua Padre Bento Cardoso, passou depois a chamar-se Rua da Cadeia, em virtude da localização da Cadeia Velha, onde hoje está localizado o Palácio Tiradentes e passou a ser a Rua da Assembléia, em 1853, em virtude de no mesmo lugar ter sido localizada a Câmara dos Deputados do Império. Em 1821 seu nome foi substituído para República do Peru, mas foi revogado em 1937. Um dos primeiros moradores da Rua foi Pedro Cubas, filho do fundador da cidade de Santos. |
![]() Prédio na esquina da Rua da Assembléia, remanescente dos prédios originais, tem em seu térreo a loja Victor Hugo. |
![]() Vista da Rua da Assembléia, que cruza com a Avenida Rio Branco. |
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A primeira foto mostra o cruzamento
da Avenida Rio Branco |
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![]() Vista do início da Rua Evaristo da Veiga, na Cinelândia, onde se localiza a Câmara dos Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro e o Teatro Municipal. |
![]() Vista do prédio da esquina da Rua Treze de Maio, onde funciona a sede do Cordão do Bola Preta, tradicional Clube Carnavalesco, cujo desfile no sábado de Carnaval abre o Carnaval carioca. |
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Vistas do Beco das Cancelas,
pequena rua paralela às: Av. Rio Branco e Rua Primeiro de |
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![]() Travessa do Comércio, com vista de um prédio localizado na esquina com a Rua do Ouvidor, podendo se ter uma mostra de como eram os prédios antigos da cidade: em baixo uma casa comercial cujas portas davam diretamente para a rua e em cima residência, no caso com dois andares, toda ladeada de grade para onde davam todas as janelas da residência. |
![]() Vista da Avenida Almirante Barroso, tendo ao final a Praça do Expedicionário, na Avenida Presidente Antonio Carlos. |
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