SEUS MAIS IMPORTANTES PONTOS TURÍSTICOS
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A Igreja de Nossa Senhora da Candelária, a maior das Igrejas da cidade, é também um colírio para os olhos em meio a monumental e agitada Av. Presidente Vargas, é um local de tranqüilidade e paz em pleno centro da cidade . Seu Estilo é um Barroco Tardio, já com indícios do Néo-Clássico, tendo linda fachada em cantaria, portas ricamente trabalhadas em bronze e seu interior é revestido de mármore. Foi construída a partir de 1778, no local onde existia uma capela, mandada construir pelo casal de portugueses: D. Antonio Martins de Palmas e D. Leonor Gonçalves, em agradecimento a Nossa Senhora das Candeias, por terem sido salvos de um naufrágio e terem conseguido chegar ao Rio de Janeiro em 1600. Em seu interior está eternizada a história do casal, com pinturas que contam esta história. Toda a pintura interior da Igreja é de autoria de Zeferino da Costa e seus discípulos Rodolfo Bernardelli e Castagneto, incluindo o altar-mor, onde quatro painéis retratam fatos da vida da Virgem Maria: o Esponsório; a Anunciação; a Purificação e a Ascensão. Sua decoração foi realizada em 1880, quando a Igreja ficou pronta. Sua cúpula foi erguida a partir de 1877 e dela participaram o arquiteto prussiano Gustavo Waehneldt, além de Francisco Joaquim Bethencourt da Silva e Daniel Pedro Ferro Cardoso, tendo sido este último o autor do projeto definitivo. As portas de acesso em bronze com figuras em relevo são do escultor Teixeira Lopes. A Igreja foi totalmente concluída em 1898. Originalmente a Igreja estava colada a outras edificações e tinha sua fachada voltada para uma rua estreita, ganhou sua monumentalidade quando conseguiu escapar da demolição que se fez, quando da abertura da Av. Presidente Vargas, para felicidade dos que hoje podem contemplá-la. |
| Vistas externas da Igreja de Nossa Senhora da Candelária | |
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![]() Praça em frente à Igreja, com detalhe de sua maravilhosa fachada em cantaria. |
![]() Vista lateral da Igreja. |
![]() Destaque da cúpula da Igreja. |
![]() Vista da parte de trás da Igreja, de costas para a Av. Presidente Vargas. |
![]() Busto do Prefeito Pereira Passos, na Praça atrás da Igreja, de frente para a Av. Presidente Vargas. |
![]() Vista da Igreja na parte que dá para a Av. Presidente Vargas, podendo ser visto o desvio da Avenida, formando a Praça Pio X, que foi feito para permitir que a Igreja fosse mantida. |
| Vistas do interior da Igreja de Nossa Senhora da Candelária | |
![]() Vista da nave principal da Igreja. |
![]() Detalhe interior de sua cúpula. |
![]() Destaque da pintura que retrata o naufrágio do casal que mandou construir a primeira capela no local. |
![]() Destaque do púlpito da Igreja. |
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A Casa França-Brasil, o Centro Cultural Banco do Brasil e o Espaço Cultural dos Correios, que está localizado atrás do Centro Cultural, fazem parte de um importante Corredor Cultural da Cidade. O Centro Cultural Banco do Brasil é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, tudo que lá se apresenta é da maior qualidade. Possui teatro, cinema, vídeo, dança, fotografia, artes plásticas e tudo que se possa imaginar como forma de expressão, além de ser um local maravilhoso, que por si só já é um atrativo. Possui também uma grande Biblioteca e uma exposição permanente de Numismática. Em volta de seu "foyer" que serve também para exposições de fotografia, podem ser encontrados restaurante, salão de chá, bomboniére e uma livraria. Seu prédio é um exemplar da arquitetura Eclética com elementos Néo-Clássicos. Foi construído entre 1880 e 1906, pertencendo à Associação Comercial do Rio de Janeiro, para ser a Terceira Praça do Comércio da cidade. Em 1923, sua propriedade foi transferida para o Banco do Brasil, com o objetivo de quitar uma dívida. Nele funcionou a Diretoria do Banco até a transferência da capital para Brasília, em 1960, passou então a ser uma agência bancária, mas em 1989, foi transformado em Centro Cultural. Seu projeto foi de autoria de Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, aluno de Grandjean de Montigny, mas sofreu secessivas alterações. O Prédio original pode ser visto na página da Rua Primeiro de Março, numa foto de Marc Ferraz, esta página mostra também outras fotos do Centro Cultural, em suas fachadas voltadas para a Rua Primeiro de Março, Rua da Alfândega e Rua Visconde de Itaboraí. |
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O prédio onde atualmente funciona a Casa França-Brasil, foi projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, que pertencia à Missão Artística Francesa de 1816, e é um exemplar do Estilo Néo-Clássico do Rio. Sua construção foi iniciada em 11 de junho de 1819, para ser a Praça de Comércio do Rio de Janeiro, uma espécie de Bolsa de Valores da época e foi inaugurada em 13 de maio de 1820, data do aniversário de D. João VI. O local logo se tornou um ponto de encontro de poderosos comerciantes, muitos deles com aspirações políticas. Em 1821, influenciados pelos ventos da Independência Americana e da Revolução Francesa que chegavam até o Brasil, foi palco de uma manifestação de pessoas que queriam: uma Constituição Liberal e a permanência da Corte Portuguesa no Brasil. A manifestação foi violentamente reprimida, sob o comando de D. Pedro, que invadiu o prédio para dispersar a multidão. Em consequëncia deste fato o prédio foi fechado.Depois da Independência, em 1824, nele foi instalada a Alfândega, que permaneceu no local até 1944, quando mudou-se para a Avenida Rodrigues Alves. Mas em 1938 o edifício foi tombado pelo Patrimônio Histórico, no entanto isto não impediu que ele fosse ocupado entre 1944 e 1952 como depósito de arquivos do Banco Ítalo-Germânico, que o deixou em péssimo estado de conservação. O prédio foi restaurado e em 1956 passou a ser ocupado pelo II Tribunal do Júri, que ali permaneceu até 1978. Mas ele nao deixou de correr riscos: de um lado de pessoas como o eminente arquiteto modernista Lúcio Costa que desejava demolí-lo para no local construir um edifício e de outro pelas obras do Viaduto da Perimetral, que de fato quase derrubam o prédio com seus bate-estacas. Mas ele resistiu e a partir de 1980 surgiu a idéia do aproveitamento cultural da construção. Em 1984 Darcy Ribeiro, então Secretário de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, ao qual o terreno pertencia, articulou-se com o Ministro da Cultura francês, Jack Lang, para construir no local um Centro Cultural de intercâmbio entre o Brasil e a França. O prédio de Montigny foi então cuidadosamente restaurado e em 29 de março de 1990 foi inaugurado o Centro Cultural França-Brasil, que tem sido palco de importantes eventos no Corredor Cultural da Cidade. |
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