Centro Rua 1º de Março Esplanada Castelo Praça XV de Novembro Largo da Carioca Praça da República Av. Presidente Vargas Largo de S. Francisco
Avenida Rio Branco Praça Mauá Praça Marechal Âncora Lapa Santa Teresa Avenida Chile Praça Tiradentes

CENTRO - LAPA

SUA REDONDEZA



Rua do Riachuelo

Antes da chegada de D. João ao Brasil, quando não haviam sido ainda aterrados os mangais de São Diogo, que abriu caminho para que se chegasse ao Paço de São Cristóvão, era a Estrada de Matacavalos, que os cariocas utilizavam para chegar ao Andaraí Pequeno, atual Tijuca e também ao interior do Brasil, através do Bairro de Mataporcos, atual Estácio. Seu nome derivava do fato de ser um caminho cheio de barrancos, que cansava muito os animais que nele transitavam. Passou a se chamar Rua do Riachuelo depois da Guerra do Paraguai, em homenagem à Batalha em que o Almirante Barroso derrotou a esquadra paraguaia em águas argentinas do Rio Paraná.

Pela Estrada de Matacavalos, entraram na cidade os franceses de Duclerc, em 1710, em sua marcha para a Alfândega, vindo pelo Morro do Desterro, atual Morro de Santa Teresa.

Seu mais ilustre morador foi o General Osório, que nela morou e morreu, em 1879. Em 1870, nesta rua foi inaugurado o novo Hospital do Carmo, que havia sido fundado em 1773, nos fundos da Igreja na Rua Primeiro de Março. Era uma rua tão característica dos oitocentos que Machado de Assis localizou vários dos personagens de seus romances, inclusive sua famosa Capitu.




Igreja da Sociedade de São Vicente de Paulo.



Prédio dos Democráticos, clube carnavalesco
da famosa sociedade Os Democráticos.
As Grandes Sociedades foram as
antecessoras das Grandes Escolas de Samba.




Vistas do Hospital do Carmo, que passou a funcionar
no local em 1870.

Casa onde morou o General Manuel Luís Osório,
o Marquês de Herval
e que atualmente é tombada pelo
Patrimônio Histórico Nacional e está sendo restaurada.
Esta casa, em estilo Néoclássico, já migrando para o
Eclético, esteve abandonada e durante muito tempo
foi um cortiço pobre. Possue uma fachada de azulejos
portugueses com 13 janelas.

Retorna ao Início da Página



Praça da Cruz Vermelha

A Praça da Cruz Vermelha surgiu no local onde ficava o Morro do Senado que foi desmontado entre 1880 a 1906. A Praça mantém um conjunto de prédios do início do século XX, foi recentemente reurbanizada. É um ponto importante da cidade, porque além do ponto de vista da integração urbana, abriga dois importante hospitais: o Instituto Nacional do Câncer e o Hospital da Cruz Vermelha, que ocupa um prédio de grande beleza, projetado pelo arquiteto Pedro Campofiorito, inaugurado em 1923.

Praças circulares no cruzamento de ruas movimentadas são marca do urbanismo de Pereira Passos. O prédio da Cruz Vermelha tem uma fachada curva que acompanha a Praça. A escultura de cimento sobre o tímpano e as cruzes pintadas de vermelho chamam a atenção para a função do edifício. Atrás dela a cúpula com mirante arremata a composição.




Vista dos prédios antigos e da Praça da Cruz Vermelha.

Prédio do Hospital da Cruz Vermelha.


Retorna à página CENTRO
Retorna ao início da página