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CENTRO - ESPLANADA DO CASTELO II



Avenida Presidente Antonio Carlos


Prédio da Maison de France, na esquina com
a Avenida Franklin Roosevelt.



Prédio moderno da Academia Brasileira de
Letras, na esquina de Avenida Presidente
Wilson, ao lado da Igreja de Santa Luzia.


Prédio em que funcionou o Ministério do Trabalho
e que hoje é a Superintendência Regional do Trabalho.


Prédio em que funcionou o Ministério da Fazenda
e que hoje é a Secretaria da Fazenda.


Prédio da Secretaria de Fazenda.

Detalhe da entrada do prédio da Secretaria de Fazenda.

Prédio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Edifício Garagem Menezes Cortes.

Prédio do Jockey Clube Brasileiro.

Vista da esquina com a Rua Nilo Peçanha.

Igreja de Santa Luzia

A Igreja de Santa Luzia foi construída em 1752 como uma modesta igrejinha e a ela se chegava por becos estreitos, partindo do Largo da Misericórdia. Em 1817, D. João mandou abrir a Rua de Santa Luzia, chegando até ao Convento da Ajuda, para que ele pudesse pagar uma promessa feita para que seu neto, o Infante D. Sebastião, ficasse bom de uma doença que tinha nos olhos, os caminhos existentes não davam para passar de carruagem e o Monarca do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarve, não iria a pé pagar sua promessa.

Para a sua abertura foram feitas desapropriações, segundo as ordenações vigentes na época. Assim a Igreja teve facilitado o seu acesso. Até 1853 funcionou na Rua Santa Luzia o matadouro da cidade, quando foi deslocado para a Chácara do Curtume, atual Praça da Bandeira, de onde saiu em 1881 para o Curato de Santa Cruz. Nela tiveram suas sedes os principais Clubes de Regata da cidade, diante da Praia de Santa Luzia, onde existiam diversas casas de banho, porque antes dos aterros, o mar vinha até próximo da Igreja e da Santa Casa da Misericórdia.

Esta é a História que se conhece tradicionalmente, mas a origem da igreja tem uma versão que diz que Fernão de Magalhães, ao aportar à Baía de Guanabara teria mandado construir uma primeira capelinha no local, para nela depositar uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes.




Vista da Praia de Santa Luzia, com a Rua de Santa Luzia
e ao fundo a encosta do Morro do Castelo, tirada do Livro
História das Ruas do Rio de Brasil Gérson.

Vista da Igreja de Santa Luzia atualmente.
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Avenida Presidente Wilson e Avenida Churchill

Vistas do cruzamento da Avenida Presidente Antonio Carlos com
a Avenida Presidente Wilson.


Prédio da Academia Brasileira de Letras, um dos
remanescentes da Exposição Internacional do Centenário
da Independência. Os outros dois estão localizados na
página da
Praça Marechal Âncora.

Estátua de Machado de Assis, no pátio
da Academia Brasileira de Letras,
uma homenagem a seu 1o Presidente.

Academia Brasileira de Letras

A Academia Brasileira de Letras foi idealizada por Lúcio de Mendonça, que desejava que ela fosse criada sob a égide do Estado, mas como não conseguiu, resolveu criar uma Sociedade Civil de Direto Privado, que seria equivalente ao que hoje se conhece como um Organização Não-Governamental. Ela teve sua 1a Sessão Preparatória em 15 de dezembro de 1896, na sala da redação da Revista Brasileira, na Travessa do Ouvidor 31, quando foi aclamado para Presidente Machado de Assis.

Sa 1a Sessão Plenária, realizada em 20 de julho de 1897, teve a presença de dezesseis membros, numa sala do Pedagogium, localizado na Rua do Passeio. Depois de uma breve alocução introdutória de seu Presidente Machado de Assis, e da leitura da memória dos atos preparatórios, feita pelo 1o Secretário Rodrigo Octavio, Joaquim Nabuco que era o Secretário-Geral, pronunciou o discurso inaugural.

Entre seus quarenta membros fundadores, podem ser destacados, além dos já citados: Graça Aranha; José Veríssimo; Olavo Bilac; José do Patrocínio; Carlos de Laet; Sílvio Romero; Artur de Azevedo; Lucio de Mendonça; Clóvis Bevilacqua; Eduardo Prado e Oliveira Lima. Teve como modelo a Academia Francesa.




Prédio do Consulado dos Estados
Unidos da América.

Vista da Avenida Churchill.
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Avenida Graça Aranha

O Palácio da Cultura, onde funcionou o Ministério da Educação e Cultura - o tradicional MEC, é um ícone da arquitetura modernista brasileira e internacional. Foi projetado pelo arquiteto francês Le Corbusier e alguns dos principais arquitetos brasileiros como: Lucio Costa; Oscar Niemeyer; Affonso Eduardo Reidy; Carlos Leão; Jorge Machado Moreira e Ernani Vasconcelos, em 1936.

A construção do prédio contou também com a colaboração de Roberto Burle Marx, no seu aspecto paisagístico e da equipe de Cândido Portinari, responsável pelos belíssimos painéis, entre eles, os painéis dos Ciclos Econômicos pelos quais o Brasil passou, que se encontram no Gabinete que era do Ministro e os azulejos do prédio, Foi o primeiro prédio modernista do Rio de Janeiro e foi construído no Governo de Getúlio Vargas, quando era Ministro da Educação, Gustavo Capanema, que foi seu primeiro ocupante.



O prédio foi inaugurado em 1945 e se diferencia dos edifícios ao seu redor, que seguem o Plano Agache para o Centro do Rio de Janeiro. O projeto arquitetônico serviu de matriz ideológica e figurativa para a arquitetura modernista brasileira e até mesmo estrangeira.

Nele são elementos de destaque: o pilotis de dupla altura; a escada helicoidal de acesso ao salão polivalente; o átrio de paredes de travertino e tijolo de vidro com um longo e sinuoso balcão de madeira; as fachadas diferenciadas de brise-soleil, construídos do lado em que o Sol mais bate com a entrada dos raios solares podendo ser regulada por meio de um anteparo; o pan-de-verre, nas janelas do lado que bate menos Sol e também empenas cegas revestidas de granito.


Vista do Palácio Capanema ou Palácio da Cultura.


Avenida Graça Aranha com o prédio do
Clube da Aeronáutica.
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Avenida Beira Mar

O conjunto de prédios localizados na Avenida Beira-Mar incorpora vários elementos de Art-Deco da cidade, como:
embasamentos com barras de proteção em mármore ou granito; portarias suntuosas; áreas de luz e sombra nas
fachadas determinadas pelas varandas embutidas e vãos guarnecidos por persianas e coroamentos escalonados.




Vista da passarela sobre o Aterro, em frente ao
Museu de Arte Moderna, projetada pelo
arquiteto Affonso Eduardo Reidy.

Museu de Arte Moderna

A construção do Museu de Arte Moderna, foi iniciada em 1953, tendo sido projetado por Affonso Eduardo Reidy. O projeto inicial previa a construção de três blocos: um bloco-escola que foi construído entre 1953 e 1958; um bloco de exposições construído entre 1967 e 1968 e um bloco em que seria instalado um teatro, que ancoraria a composição, com sua face voltada para a cidade, mas este bloco não chegou a ser construído. O Museu está integrado ao Aterro através do projeto paisagístico de Burle Marx.

O Museu possue um expressivo acervo, que inclui a coleção particular de Assis Chateaubriand, tem ainda como destaque sua Cinemateca em torno da qual se formaram gerações de cineastas brasileiros.

Sua nota triste foi o incêndio sofrido em 1978, quando foram perdidas obras de grande valor, como: Dalí; Miró e Guinard, num prejuízo calculado na época em 10 milhões de dólares, mas ele foi inteiramente reconstruído. Em 1999 o prédio passou por minuciosa restauração e depois dela apresentou uma grande exposição com obras de Pablo Picasso.






Vista do projeto paisagístico de Burle Marx.



Vista geral do prédio.


Vista da região do Aterro onde fica o Museu de Arte
Moderna, ao fundo pode ser vista a Avenida Beira Mar.
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Outras ruas da região da Esplanada do Castelo


Vista da esquina da Avenida Presidente
Antonio Carlos com a Avenida
Almirante Barroso.

Vista do prédio da Associação Brasileira
de Imprensa na Rua Araújo Porto Alegre.


Vista da Rua México, vendo-se uma
parte do prédio da Biblioteca Nacional.

Vista da Rua Erasmo Braga, tendo ao fundo o prédio
da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro,
que fica na Rua Dom Manuel.


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