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As Avenidas República do Chile e República do Paraguai foram abertas depois da demolição de parte do Morro de Santo Antonio, em 1960. Atualmente possui um conjunto de construções que fazem do local um dos mais modernos da cidade, com prédios pós-modernos com linhas bastante arrojadas, onde se destacam as quatro construções localizadas no entroncamento em níveis diferentes das duas Avenidas: a Catedral Metropolitana e prédios como o da Petrobrás, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES e o que pertenceu ao extinto Banco Nacional de Habitação - BNH, onde hoje funciona o Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal que abriga o Teatro Nélson Rodrigues. Estes prédios refletem a prosperidade das instituições estatais do período áureo do milagre econômico ocorrido na década de 1970. Nesta região pode ser vista a convivência do antigo e do novo na cidade, porque o Prédio do BNDES, que é um dos mais modernos da cidade, está situado atrás do Convento de Santo Antonio, que fica no Largo da Carioca, na parte do Morro de Santo Antonio que sobreviveu ao aterramento. O Convento é uma das construções mais antigas da cidade, no mais belo Estilo Colonial, representando uma verdadeira relíquia conservada até hoje, onde está situada uma das mais belas Igrejas do Rio de Janeiro, a Igreja de São Francisco da Penitência, uma das jóias do Barroco brasileiro. |
![]() Vista dos prédios da Avenida República do Chile, tirada de um prédio na Avenida Presidente Vargas. |
![]() Vista Geral da Avenida República do Chile. |
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| Duas vistas dos prédios da Avenida Chile, ambas tiradas de Santa Teresa. | |
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![]() Prédio do Conjunto Cultural da CEF destacando o Teatro Nélson Rodrigues. |
Edifício Presidente Castelo Branco na Avenida República No prédio do Teatro destaca-se o painel da empena |
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![]() Prédio do BNDES destacando o embassamento que sustenta o prédio. Pode-se ver parte do edifício da Petrobrás refletido na fachada de vidro. |
O prédio onde funciona a sede do BNDES é um imenso |
![]() Prédio do BNDES. |
![]() Prédio do BNDES refletindo a imagem do prédio vizinho do Conjunto Cultural da CEF. |
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| Edifício sede da Petrobrás, onde por meio de forte expressão formal, a arquitetura traduz a importância da maior empresa estatal do país. Seus jardins foram projetados pelo paisagista Burle Marx, em 1968. |
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| Edifício Rio Metropolitan, localizado na esquina com a Rua do Lavradio. | |
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| Edifício-sede da Caixa Econômida Federal na esquina das Avenidas Rio Branco com a Almirante Barroso. Em seu térreo existe uma agência bancária de dimensões incomuns - cerca de 4.500 m2. Possui fechamento em vitral, único exemplo na cidade em prédios civis do período. |
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A Diocese do Rio de Janeiro foi criada em 1676, mas a Diocese teve várias sedes, passando pelas Igrejas de São Sebastião, da Santa Cruz dos Militares, de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito e do Carmo, até que passou a ser na Avenida Chile, em 1976. Hoje a Catedral convive com prédios da Avenida Chile, que são os mais modernos da cidade. O projeto da Catedral foi feito em 1964 pelo engenheiro Edgard de Oliveira Fonseca, em forma de um cone truncado, com quatro faixas lisas e inclinadas, com 96 metros de altura e 106 metros de diâmetro na nave. Em seu interior existem belíssimos vitrais de autoria de Lorenz Hailmair, convergentes ao teto em uma grande cruz luminosa. Segue a influência na arquitetura dada pelo Concílio Vaticano II e tem capacidade para 20.000 pessoas. No pátio da da Catedral de frente para a Avenida Chile encontra-se a estátua do Papa João Paulo II. |
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![]() Vista da Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, tirada de Santa Teresa. |
![]() Torre sineira da Catedral com a estátua do Papa João Paulo II, que fica no pátio da Catedral. |
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![]() Casa do Marquês de Lavradio. |
A Rua do Lavradio foi totalmente recuperada e atualmente nela funcionam diversos atelieres, galerias de arte e locais de happy hour. A rua recebeu este nome porque nela residiu o Marquês de Lavradio. |
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